terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Sobre mentir.

Quantas vezes você mente?
É por medo, prazer ou dor?
Orgulho ou rancor?
Atrás do que você se esconde?
Onde, afinal, está o seu desamor?
Em si mesmo ou no outro?
Nos fatos, nos atos, ou nas desilusões?
Não importa o caminho, sempre há uma saída apontada para a verdade.
Para esta saída, não esconderijos, atalhos, nem como fugir... A verdade é irrevogável, pertinente e petulante.
Permanecerá petulante, insistente e histérica até que o indivíduo a veja, a assuma, a carregue e a explane publicamente, como espelho do self que tem do que se orgulhar.

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