terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Medos do passado no presente

Quantos medos do passado nós carregamos por toda a vida sem nos darmos conta de que as coisas mudaram, e de que alguns monstros não são tão gigantes o quanto imaginávamos?

Quando eu era criança, tinha na casa dos meus avós, uma geladeira que dava choque.
Não era sempre, tanto que abríamos e fechávamos a geladeira com frequência.
Mas, como era comum reunir o povo no cômodo em que a geladeira ficava, sempre tinha um que gritava: “AI! TOMEI CHOQUE!!”
E sim, eu vivia tomando choque! rs
Bastava uma simples distração pra encostar na geladeira e tomar choque!!

Recentemente, me descobri esquiva da geladeira da casa de um familiar.
Pensava em encostar e imediatamente me retraía, chegando mesmo a sair de perto... 

Então percebi que não queria encostar na geladeira pra não tomar choque.
Foi quando me dei conta, de que apesar de ser um objeto com a mesma utilidade, mesma cor, e tantas mesmas outras coisas em comum... Havia um diferencial: essa não dava choque!!

Chega um momento na vida em que a gente precisa deixar de lado alguns velhos medos,
Alguns que a gente nem mesmo se dá conta, mas que fazem parte do nosso dia a dia, estão “na 
cozinha da nossa casa”.

Está na hora de entender que nem toda geladeira dá choque,
Que nem tudo é como já foi um dia.
Hora de deixar a geladeira da infância na infância, na memória, como um motivo bobo pra rir.


Até porque,  um pequeno choque, não faz mal pra ninguém! Kkk

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Que Deus é o seu?

Qual é o termômetro da fidelidade de Deus?
Como vc mede?
E se... Deus não tivesse dado filhos à Abrahão?
Se não tivesse libertados os hebreus do Egito?
Se não tivesse livrado Daniel da cova dos leões?
...
E se... Deus não te der o milagre que você precisa, o carro, a casa, a cura, a conta no banco, a igreja fraterna... Ele continuará sendo fiel?

O deus das circunstâncias... O deus da bíblia, o deus do seu próprio umbigo... O deus fiel...
Qual deles é o seu??

Como você mede? Pelas "bênçãos" recebidas?? 

Fiel a quem ou ao quê?

=/ Deu ruim, hein! 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Fé que cura

Louco é quem afirma que o cristianismo não cura a alma!!Numa religião tradicional, bem tratada e trabalhada, cuidada, temos as figuras chaves para o desenvolvimento psíquico do ser...Pai, mãe, amor, perdão... Tudo isso e muito mais são elementos bem compostos numa fé sólida.
Digo do cristianismo porque é o que eu conheço...
Dá aos órfãos, um Pai divino e uma mãe Igreja protetora. (No catolicismo, oferece uma figura materna até mais literal como mãe, Maria).
Dá às ovelhas perdidas, O bom pastor.
Dá às culpas e aos pecados, perdão.
Dá ao passado ruim, um enterro, um novo significado e um novo futuro.
Dá aos solitários, irmãos.
Dá à vergonha, um fim.
Dá aos desesperados, a esperança de um futuro bom e muito além da vida.
Dá aos perdidos, O caminho.
Aos inseguros, alicerces firmados na Rocha.
Aos rejeitados, oferece amor.
E o principal: aceitação!!
O evangelho diz ao homem que ele é aceito como ele é!
Não diz para permanecer como está, mas o aceita como está.
Depois de se sentir aceito, o homem busca por aprovação
E nessa busca, encontra a transformação, pois não quer apenas ser aceito pelo Pai, quer também ser profundamente aprovado... Quer ser o mais parecido que puder com esse Pai.
E em Cristo, alicerçado das figuras cruciais e dos elementos essenciais à sanidade mental,
(pai, mãe, irmãos, bom pastor, segurança, rumo certo, esperança, e etc...),
O homem encontra o que tanto procura:
 Aprovação!
Encontra o prumo, o equilíbrio, a saúde, a visão.

Não existe melhor mapa de cura do que a fé.
E com base na MINHA (veja bem, estou citando única e exclusivamente a minha ) pouca experiência, não há nada mais curativo do que o cristianismo, o evangelho em sua essência. 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Amor Próprio

A gente ama coisas, pessoas, momentos que não deveríamos amar...
Porque tudo passa. As pessoas mudam. As coisas mudam. Os momentos passam.
As verdades emergem e trazem para a superfície mentiras que não sabíamos enquanto amávamos determinadas pessoas, coisas, momentos... e não é fácil ter amado por tanto tempo tantas mentiras que amávamos por acreditar serem verdades...

Nosso único amor deveria ser por nós mesmos. Que conhecemos nossos próprios porquês e nos justificamos e até quando nos culpamos, somos responsáveis em sentir ou deixar de sentir.