quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Sentir o vento na cara
Com meu boné de pedreiro
Com a perna enguiçada
E uma bike de bombeiro.
Rolando asfalto abaixo
Sigo eu
Sem freios!
E dou boa noite ao mundo
Que mesmo moribundo
Zumbizeia feito a terra
Em volta do seu próprio umbigo
Dividindo o sol
Com a lua
Que se divide
Comigo.

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