sábado, 22 de novembro de 2014

Por que deixamos de brincar?

Por que deixamos de brincar?
Brincar mesmo!!!
Pique-esconde!
Pique-tá!
Pique-parede!
Pique-alto!!
Pique-bandeira!
Cobra-cega!
Chicotinho queimado!!
Andar de patins!
Andar de bicicleta...

Por que deixamos de subir em árvores?

Não vale dizer que a idade nos torna inflexíveis para esses movimentos.
Acredito mais que a ausência desses movimentos seja o que realmente nos deixa inflexíveis: física e emocionalmente!

O polícia e ladrão do adulto é à vera!
As corridas são para sobreviver e os sorrisos são para esconder o que dói, quando muito, abafados pelas lamentações dos problemas insolúveis.

Sou a favor de que o adulto seja genuíno
Não como a criança que esconde os erros que comete por medo das broncas,
Mas como a criança que briga e em 5 minutos esquece tudo de ruim que passou e volta a acreditar no amigo, porque pra ela, nada mais importa além de ter companhia para poder brincar e ser feliz.

Sim, somos adultos. Mas... Quem disse que precisamos abandonar o lúdico?
Quero aproveitar o lúdico, uni-lo à experiência que o tempo me trouxe e voltar a brincar, imaginar, falar sozinha como se estivesse falando com alguém, sonhar acordada com o castelo da Barbie... (tá, confesso que nunca fui fã da Barbie, rsrs, mesmo assim tá valendo!!).

E sem desprezar a vida adulta, dar à ela um novo e melhor sentido,
Mais colorido, com mais brincadeiras... correria...

No entanto, é melhor começar devagar, não temos mais idade para sérias contusões físicas! E de pouco em pouco, as feridas emocionais vão sarando nas brincadeiras...

E pra você que comeu mosca, só posso dizer que COMIGO NÃO TÁ!!!

E quem chegar por último é a mulher do padre!!!

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