quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Existo.

Escrevo, logo existo.
Duvido, logo existo.

Não preciso comprar, emagrecer, engordar ou casar para existir.
Preciso apenas ser para existir.

Eu ouço, vejo, apalpo, degusto, cheiro... e só o que me faz existir, é o que sinto.
Sim. A razão não faz o menor sentido quando não há sentimentos na mesa.

E para a cadela no cio, seu uivar é o que importa.
Desperta a vizinhança!
Incomoda!
Assusta! Chateia  e aporrinha.

Mas, é o instinto!
E contra os instintos não há argumentos.
Quanto ao sentir irracional, só nos resta existir...
Instintivamente!!

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