domingo, 15 de abril de 2012

Reflexões de um final de ano

O homem sobrevive e morre graças a sociabilização. É paradoxo demais: a morte e a vida estão sempre numa disputa sem vencedor.

Algumas coisas me fascinam mesmo quando estou distraída.

E depois, sinto algo que não sei explicar, é extase demais para uma pesssoa só que nem sabe ao certo o que sente. Eu só queria que a Internet funcionasse, porque um pc sem net é basicamente triste, como um corpo sem alma, sem vida, sem fôlego.

A paz é mais barata que a guerra, por isso o mercado mundial não investe nela. Porque somos todos capitalistas. Porque incitamos sem saber o mercado escravocrata. Porque somos ignorantes vitais.

E enquanto o mundo sofre vítima de seus próprios habitantes, nós permanecemos alheios e descrentes da desgraça que está porvir, permanecemos estáticos diante da miséria que já devora a milhares.

Não somos espelhos porque muitas vezes nem refletimos.

O homem é o mesmo há séculos: briga por comida, guerreia pelo sexo oposto(ou pelo mesmo), identifica-se com a música, é capaz de matar ou morrer por amor, sonha encontrar respostas para perguntas eternas, sonha com o inalcançável e não age no palpável.

Lutar pela felicidade, pelo conforto, bem estar... é um bem inestimável que o homem carrega dentro de si, que vale mais do que o próprio fato de estar vivo. Ter fôlego de vida significa bem mais do que apenas respirar.

Enfim, com sono demais para maiores discursos. Feliz Natal ao mundo.

Lauraine Santos.

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