segunda-feira, 28 de abril de 2008

Cuide-se bem

É!!
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essa vida é mesmo cheia de surpresa.... aliás, surpresas!!!!
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o povo fala da vida alheia,
fala do que sabe e do que nao sabe,
e quanto menos sabem, mais falam!!
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Assim surgem os mitos,
as fofocas,
e, principalmente,
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OS FOFOQUEIROS!

Pois é, porque quem sabe o que fala, são os
historiadores,
cientistas,
e até filósofos...

os estudiosos buscam base fundamentada para o que falam...

já os fofoqueiros, pobres mortais,

falam BATATADAS, ABOBRINHAS,
fazem verdadeiras SALADAS DE FRUTAS...

como eu disse, são pobres mortais,

ocupantes do título graduado de FOFOQUEIROS.

e as surpresas preparadas pelos fofoqueiros para a minha vida são tantas, que prefiro não pensar nelas, enlouqueceria se o fizesse.

Prefiro deixar para a História...

Narrar tais possibilidades me tomariam a vida inteira,
e nao é isso que eu quero...

EU QUERO É SER FELIZ!!!

pois se fofocam sobre mim, é pq causo impacto, impressiono, faço história, sou ciência exata, abstrata e incomum sobre a qual poucos conhecem e muitos falam...

POis como eu disse no início, só falam do que nao sabem...


Lauraine Santos

sexta-feira, 18 de abril de 2008

o sono

O sono que agora me cerca, é o mesmo que também me preenche.
Sendo assim, resumo-me em três formosas letras, descritas como:
F-I-M!
Lauraine Santos.

sábado, 5 de abril de 2008

+ uma do Cortazar...

Apenas para registrar a crescente paixão pela qual esta literatura me aprisiona.
"Por que Stop? Por medo de começar as fabricações, são muito fáceis. Tira-se uma idéia de algum lugar, um sentimento de outra estante, amarra-se tudo com a ajuda de palavras, cadelas negras: e o resultado é que eu a amo. Total parcial: eu a amo. Total geral: eu a amo.(...)
(...)Aquilo a que muita gente chama amar consiste em escolher, (...), escolhem, juro, já os vi(...).
(...) Como se se pudesse escolher no amor, como se amar não fosse um raio que quebra os ossos e nos deixa paralisados no meio do pátio(...)
(...)Mas estou sozinho no meu quarto, estou caindo nas artimanhas da escrita, as cadelas negras VINGAM-SE como podem, mordem-me debaixo da mesa. Deve-se dizer embaixo ou debaixo? Mordem, de qualquer modo. (...)
Julio Cortázar em, O Jogo da Amarelinha
página 436, capítulo 93